out 23
Ratoeira (79)

escrito por Patrícia Martins

out 16

Este vídeo sobre motivação baseado no filme Gladiador é muito bom. Confira.

escrito por Patrícia Martins

out 16

Confira esta apresentação do Powerpoint. Muito interessante!

Pipoca (93)

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out 16

Um granjeiro pediu certa vez a um sábio que o ajudasse a melhorar sua granja, que tinha baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um pedaço de papel, o qual foi colocado numa caixa. Ao entrega-la ao granjeiro, disse:

- Leva, esta caixa por todos os lados de sua granja, três vezes ao dia, durante um ano.

Assim fez o granjeiro. Pela manhã, ao ir ao campo, levando a caixa consigo, encontrou um funcionário dormindo, quando este deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamou sua atenção. Ao meio dia, quando foi ao estábulo, encontrou o gado sujo e os cavalos ainda sem sua alimentação.

E à noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta de que o cozinheiro estava desperdiçando os alimentos. A partir daí, todos os dias, ao percorrer sua granja de um lado para outro com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas.

Ao final do ano voltou a encontrar o sábio e lhe disse:

Deixe esta caixa comigo por mais um ano. Minha granja melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto.

O sábio riu e, abrindo a caixa, disse:

Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida.

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out 03

Palestra, Seminário, Curso, Treinamento ou Workshop? - Defina claramente o tipo de resultado que pretende obter antes de organizar seu evento. Se o objetivo for uma grande carga de conhecimento, dê preferência a um curso, treinamento ou workshop.

Duração - Se for palestra, não pense que quanto menor o tempo, menor o preço. É mais difícil falar bem em pouco tempo do que ficar horas enrolando. Mark Twain dizia que para fazer um discurso de 5 horas ele precisava de 5 minutos para se preparar. Para falar 5 minutos ele precisava de 5 horas (ou algo assim).

Expectativa e Resultados - Não espere que uma palestra de uma hora irá ter o efeito de um curso. Palestras servem de pontapé inicial ou amarra final de um conjunto de ações da empresa, nunca para ensinar os detalhes de qualquer assunto.

Palestrantes - O perfil do palestrante deve ser adequado aos objetivos do evento. Para eventos festivos, comemorativos, abertos ou com a participação de familiares dos colaboradores de uma empresa, escolha um palestrante motivacional com uma maior carga de entretenimento. Neste caso você pode contratar, além do palestrante, um mágico, um comediante, um circo, ou uma peça de teatro empresarial. Patrícia Martins não é mágica mas oferece uma palestra recheada de dinâmica e brincadeiras que fica muito divertida.

Preço - Não escolha o palestrante pelo preço, mas pelo que ele poderá acrescentar ao seu evento. Um palestrante barato pode sair caro ao trazer resultados de pouco valor. Lembre-se de que o palestrante é apenas parte de seu investimento. O custo maior está na soma do tempo de todos os participantes que estão ali para ouvi-lo.

Bastidores - Jamais sobrecarregue o palestrante com problemas relacionados aos preparativos do evento e nem faça pressão, se quiser que os resultados sejam motivadores. Lembre-se de que ele também é humano e sujeito a variações em seu estado de ânimo e humor. Se receber uma carga grande de estímulos negativos antes da palestra poderá ter seu próprio ânimo.

Jantares - No caso de jantares, é preferível que a palestra seja antes do jantar e que o serviço comece apenas ao final. A circulação de garçons e o serviço de bebidas e alimentos durante a palestra prejudica a atenção do público e a concentração do palestrante.

Tempo - O tempo ideal para palestra é de 1 hora e 15 minutos, com mais 15 minutos para perguntas, mas as perguntas podem ser dispensadas no caso de palestra motivacional, por reduzirem o impacto da mensagem. Para um tempo maior deve ser previsto um intervalo, mas neste caso apenas se a palestra for mais expositiva e menos motivacional ou de impacto. Treinamentos, cursos e workshops podem ser de 3 horas a 3 dias com um café a cada duas horas e intervalo para o almoço. Neste caso evite feijoada e caipirinha no cardápio.

Agenda - Depois de planejar a agenda de seu evento, elimine uma atividade ou reduza o tempo de todas. Dificilmente você conseguirá fazer com que o intervalo de quinze minutos dure exatamente isso ou que uma palestra de uma hora não passe alguns minutos do prazo. Eventos com agenda espremida acabam criando uma sensação de estresse nos palestrantes e participantes. É preferível prever prazos flexíveis para evitar que o palestrante omita o fim da piada só porque o tempo está esgotado.

Equipamentos - Microfones, equipamento de som e projetores devem estar instalados e testados com antecedência. Use sempre baterias novas e tenha um ótimo microfone na reserva, porque certamente será ele o titular após os primeiros cinco minutos de palestra.

Operador - Apenas em último caso a mudança dos slides deve ser feita por um operador. Se não existir controle remoto para a mudança coloque o notebook perto do palestrante.

Microfones - Os de lapela podem perder em qualidade quando o palestrante olha para os lados. A colocação de microfones (lapela ou auricular) deve ser feita antes do palestrante entrar em cena e ele deve saber como ligá-lo. Avise o palestrante para desligar o microfone de lapela quando for ao banheiro ou conversar assuntos sigilosos durante o intervalo.

Som - Se o palestrante utilizar som de seu próprio notebook, providencie amplificador, caixas de som e um cabo apropriado para a conexão à saída de fone de ouvido do notebook do palestrante. Muitos utilizam músicas ou filmes durante a apresentação.

Água - Coloque um copo e garrafa de água à disposição do palestrante. Evite que garçons ou recepcionistas circulem pelo palco durante a palestra para abastecer copos, pois roubam a atenção do público.

Abertura - O mestre de cerimônias deve fazer a apresentação do palestrante, dar avisos de duração e intervalos, solicitar o desligamento dos celulares, pedir para que desliguem os celulares, insistir no desligamento dos celulares.

Perguntas - Se houver tempo para perguntas, isso deverá ser informado de antemão pelo mestre de cerimônias. Recepcionistas com microfones ou blocos para questões escritas cuidarão da seqüência de perguntas. Dê preferência a perguntas feitas por escrito.

Apresentação - Apresente o palestrante rapidamente, sem ler currículos enormes ou exagerar nos adjetivos. Se elogiar demais, o público pode criar uma falsa expectativa e se decepcionar. Deixe que o próprio palestrante venda seu peixe pela sua atuação. Ou não.

Sugestão de Apresentação:

Convidamos hoje Patrícia Martins para falar sobre [tema]. Patrícia é Consultora Organizacional, Coach e Instrutora do ACIAPI, ACICEL, ACIATI e empresas de vários segmentos, palestrante, sendo convidada com freqüência para falar de temas ligados a motivação, atendimento ao cliente, vendas, gestão de negócios, desenvolvimento gerencial, pessoal e profissional. Com vocês, para falar sobre [tema ]:

Contratação de Palestrante - Clique aqui para enviar detalhes sobre seu evento e solicitar uma proposta de Patrícia Martins. Ou você esperava que eu iria escrever tudo isso sem segundas intenções?

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ago 23

1. Desenvolva uma visão global de suas responsabilidades;

2. Fixe prioridades;

3. Fixe um horário para os seus serviços de rotina;

4. Delegue;

5. Faça revisões periódicas;

6. Conheça os ciclos de seu próprio corpo;

7. Use os sistemas que melhor se adaptam a seu estilo de vida;

8. Planeje com antecedência os momentos em que terá que esperar;

9. Saiba o que é importante para você e sua equipe;

10. Faça listas de assuntos a tratar que sirvam de parâmetro para você avaliar;

11. Utilize a agenda para anotar todos os seus compromissos;

12. Separe o importante do urgente;

13. Tente gastar menor tempo nas coisas que não tem grande valor para você;

14. Delegue atividades para quem fará de forma mais rápida e eficaz que você;

15. Crie e cumpra seus próprios prazos e faça o mesmo com os dos outros;

16. Renegocie prazos, se for necessário;

17. Diga “não”, na hora certa e aprenda a ouvir com atenção.

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ago 22

Sabemos que o homem é um ser biologicamente único, mas emocionalmente muitos. Esta constatação quando colocada em nível de mercado e mais especificamente ao nível do consumidor, quer dizer que cada um é um ser único e deve ser tratado como tal, principalmente nos dias de hoje, com o nível de concorrência existente entre os milhares de negócios disponíveis aos consumidores, onde cada empreendedor tem procurado incessantemente por uma fórmula que torne seu negócio um sucesso.

A busca desta fórmula muitas vezes é um caminho tortuoso e complicado, com muitos enganos, perdas, desencontros e até mesmo falências. Por exemplo, a mudança do visual de uma loja, às vezes é vista como uma solução ou, pelo menos, como uma chance de renovação do negócio aos olhos do público.

Quem já não viu aqueles anúncios em portas de estabelecimentos; “sob nova direção”, como se este “nova” fosse um aval para garantir postura diferente, quando na verdade pode estar até denegrindo a imagem do antigo proprietário. O problema é que, antes de mudar a cara do espaço de um comércio, ou mesmo sob uma nova direção, outras mudanças devem ser feitas no negócio como um todo, para que uma reforma no visual, ou uma nova direção seja, de fato, um símbolo de retomada do caminho do sucesso.

Quem começa a pensar ou a repensar um negócio deve, antes de tudo, avaliar mais o mercado no qual está atuando. Globalização, comportamento, tendências, tecnologia, tudo isto influencia fortemente o dia a dia do comércio, por menos que o admitamos. Mas, o mais importante, avaliar a postura de seu cliente em potencial. Que o consumidor não é o mesmo, isto todo mundo já sabe. Mas, ele é diferente do quê e em quê? Quais são as características deste desconhecido o “consumidor” que fazem a diferença para o seu negócio? Em relação a sua postura como gestor e como empresa, como você deve agir? Talvez, não estejamos capacitados e tão pouco querermos ter a pretensão de sugerir fórmulas, mas diante de tantas coisas que estudamos e conversamos sobre o assunto vamos ousar fazer algumas sugestões: Primeiro a atitude de agradecer e de agradecer sempre faz uma enorme diferença, principalmente num mundo de pessoas “carentes de carinho e atenção”. Isto não se trata de besteira, nem formalidade, nem cerimônia, e muito menos excesso de intimidade. Temos que agradecer sempre e sem exceção. Demonstrar afeto ao seu cliente é uma forma de agradecimento. A expressão “muito obrigado” é e será sempre um estímulo aos bons costumes. Criar um diferencial é importante.

Todo empreendimento de sucesso tem alguma coisa que o distingue dos demais; pode ser o conforto ou a beleza das instalações, o atendimento, alguma facilidade ou serviços oferecidos, enfim, algum aspecto que possa se tornar marcante para quem freqüenta. A necessidade de impressionar o consumidor nos dias de hoje é um dos maiores desafios para os negócios, pois este fator pode garantir não só a conquista, mas a fidelidade. Para isso é necessário envolver o cliente. Como? Através do estabelecimento de vínculos. Como estamos tratando de comportamento do consumidor, vamos nos ater ao comércio e este para estabelecer vínculos, questões mais “sólidas” como ponto comercial, logomarca, a forma como os produtos e serviços são oferecidos e outros, passam a fazer parte do todo. Neste momento, é necessário fazer algumas escolhas para saber como os vínculos serão estabelecidos, considerando o ambiente, dependendo é claro do tipo de negócio e do público que se pretende atingir. Um recurso interessante utilizado em ambientes envolventes é ter um aspecto lúdico e criar um ambiente que não se revele por inteiro a um primeiro olhar, mas que é descoberto aos poucos.

Isto pode ser interessante, desde que o “descobrir” não seja sinônimo de “decifrar”, pois ninguém gosta de se sentir perdido, mas sim, instigado. Puxar pelo aspecto lúdico de um ambiente pode assumir também outras formas, como, por exemplo, aprender com os produtos. Se o produto que você vende tem uma história interessante, este fato pode ser contado em uma vitrine, ou em algum livreto-brinde. Educar através de produtos e serviços é um chamariz para muitos negócios e faz sucesso, principalmente com crianças.

O consumidor muitas vezes não quer olhar apenas com os olhos. Poder experimentar, tocar, mexer, provar, enfim, fazer com que o produto vire objeto de desejo é uma das melhores formas de envolvê-lo. Para isso deve-se criar um espaço aconchegante. Não se trata apenas de “oferecer ou dar um pedacinho”, mas de criar eventos culinários, de ter espaço para um desfile de modas, de poder brincar com a bola, ou com o game de última geração. Outro recurso bastante explorado é o de criar um ambiente que agregue serviços a seus clientes. Ter um café ou até um cantinho com comes e bebes dentro do espaço também pode ser um chamariz para muitos segmentos e pode ser também aquele toque que falta para fazer o diferencial e tornar seu ambiente de negócio um local inesquecível, levando em conta que o conforto nunca deve ser perdido de vista.

Construir um ambiente bonito e confortável já não é mais suficiente, há que ter um ambiente surpreendente. Não se trata apenas de criar um ambiente inusitado ou simplesmente exótico, mas de criar um espaço que marque o cliente sob vários aspectos, que faça com que ele retorne sempre. A pessoa se sentir bem em estar, vivenciar e se envolver pode criar o prazer e este é um vínculo indiscutível. Enfim, neste atual cenário, o cliente é muito poderoso e hoje seja qual for o negócio que você esteja inserido, você não tem apenas um outro competidor na mesma área. Qualquer negócio está competindo pelo dinheiro do seu cliente em potencial, independente do nicho e do tipo de negócio em que atua. Portanto, todos na empresa têm que estar preparados, têm que mudar posturas e se adaptar a este novo cenário e a este novo ambiente.

Rubens Fava é formado em Ciências Econômicas e Administração. É pós-graduado em Administração com ênfase em marketing, mestre em Administração pelo ESADE de Barcelona ES e doutorando em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina - USFC. É autor do livro Caminhos da Administração.

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ago 21

TubarãoOs japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco.

E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, “como sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?

Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?

Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.

Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. “O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador”.

Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema.

Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo”. Os peixes são desafiados.

Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença!!!!

“Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar”. (ponha você mesmo o tubarão, antes que alguém o faça e você não esteja preparado)

escrito por Ricardo Ramos \\ tags: , , ,

ago 20

“Estive no curso dessa semana na Aciapi queria te parabenizar sobre o curso e dizer que vc é muito transparente nas suas explicações.Quero parabenizar tb pela sua pessoa, pela vontade que vc tem de ensinar e pela paciência de saber ouvir nossos problemas na empresa e nos ajudando a melhorá-los. Tenha um ótimo dia.”

Jeanne Almeida - Unidas Rent a Car - 3822-5808

“Ótimo curso, instrutora muito simpática. Continue sempre assim com o jeito de ensinar sendo uma pessoa dinâmica.”

Ednéia

“O curso é ótimo para ouvir, aprender e trocas experiências. Sendo de ótimo proveito nas atividades profissionais”

“O curso foi muito bom. Conhecimento e empolgação da instrutora e exemplos de vida apresentado, contribuiu para uma grande evolução no meu desempenho.”

Leonardi – Empresa Itapemirim

escrito por Patrícia Martins \\ tags: , ,

ago 19

A premissa de que qualificação e treinamento são custos desnecessários e que os próprios funcionários devem cuidar de seu aperfeiçoamento é cada vez mais comum nas empresas. Elas exigem que seus colaboradores devem estar sempre “prontos” para executar as tarefas pelas quais foram contratados ou nomeados, sem levar em conta quaisquer outras características, até mesmo as próprias mudanças internas ocorridas na organização.

O motivo alegado para a adoção dessa filosofia é de uma suposta necessidade de “contenção de despesas”. Porém, o real motivo vai mais além e é mais perverso. Em muitos casos, gestores ou mesmo os próprios empresários admitem que não investem em programas de treinamento e qualificação por temer que seus funcionários saiam da empresa para trabalhar na concorrência. Ao mesmo tempo, é curioso constatar que os mesmos gestores e empresários são os que mais se queixam da produtividade, eficiência e comprometimento de seus colaboradores, muito aquém do que o mercado exige.

Cria-se, assim, um círculo vicioso em que os funcionários ficam insatisfeitos por serem pressionados a se atualizar, mas não recebem nenhum apoio de seus empregadores. Eles alegam que, mesmo conscientes e dispostos a “bancar” seus cursos de aprimoramento, a velocidade das mudanças organizacionais, das novas tecnologias e das metodologias de gestão é tão grande que necessita do apoio ou suporte por parte das companhias. Por outro lado, as empresas ficam insatisfeitas pelos níveis de desempenho insatisfatórios apresentados por seus empregados.

Conclui-se, portanto, que esse círculo vicioso é extremamente prejudicial a ambos. Levando-se em conta que as competências vão sendo adquiridas por meio da junção de novas informações com as experiências acumuladas, a situação só contribui para reduzir o desempenho de executivos e funcionários. Muito mais prejudicial, porém, é o clima de desmotivação e estagnação que essa filosofia gera em toda a equipe. Diante desse cenário, um colaborador com potencial de desenvolvimento pode se desinteressar pelo trabalho e buscar oportunidades em outra empresa, até mesmo em um concorrente que ofereça melhores condições de aperfeiçoamento. Nesse caso, o tiro acaba saindo pela culatra.

Com base nesse panorama, fica evidente que destinar uma parte do orçamento para o desenvolvimento profissional não é um custo ou um risco desnecessário; ao contrário, trata-se de um investimento estratégico, capaz de beneficiar a empresa em relação à produtividade (advinda do aprimoramento técnico e da criação de um clima que incentive a busca de novos conhecimentos e inovação entre as equipes) e contribui até mesmo para a imagem externa da companhia, servindo como um atrativo. Afinal, os bons profissionais do mercado querem sempre se aperfeiçoar e por conseqüência, procuram trabalhar em empresas que valorizam essa característica, proporcionando cursos e treinamentos.

Ressalvamos, entretanto, a situação em que a pessoa não quer aprender ou não está motivada a aprender. Ou, pior ainda, não está disposta a aprender a aprender. Nesse caso poucas alternativas sobram. Sugerimos que seja observado com extremo cuidado a existência desta predisposição ao se contratar um novo funcionário.

Dieter Kelber - É diretor, professor, pesquisador e diretor executivo do Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual IADI, pesquisador associado ao NAIPPE/USP, integrante do corpo docente da Business Processes School e Diretor do Fórum Brasileiro de Processos.

escrito por Patrícia Martins \\ tags: , ,